quarta-feira, 15 de outubro de 2008

hoje já não.


Mas e quando esperamos do mundo e ele não acontece?

e se não esperarmos?

Nada é garantido. Foi quando deixei de esperar. Foi quando deixei de ter certezas que pude finalmente levantar da cama e achar que era eu pelas ruas, a cruzar com as pessoas. Pessoas? Poucas são pessoas. A maioria são vultos que não sabem de si, nem de nada. Esperam...

Hoje eu não sou mais um vulto.

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