Espalho pequenos cartões pelo chão na curiosidade extrema de ler tudo aquilo que fui escrevendo e juntando durante dias, meses. São pedaços de dias perdidos, passados. É um rio de letras que cuida de mim e que me acorre sempre que preciso de me lembrar as vidas que já vivi.
"Esta vida já não me pertence. Continuo apenas a vivê-la e a usurpá-la. Antes causava-me ânsias, agora já não me importo..." (adaptado)
"Amanhã pode chover que o dia continuará bonito de se viver!!"
E instintivamente sorrio. Afinal, existem registos de dias optimistas.
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